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Faculdade Galileu
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Repositório Acadêmico

Trabalhos de conclusão e pesquisas dos alunos da Galileu, com publicação autorizada.

2 trabalhos encontrados

Alfabetização e letramento na educação infantil

Thais Fernanda Pinto de Mello · Pedagogia · 2025

Esta pesquisa teve como objetivo compreender como se dão os processos de alfabetização e letramento na Educação Infantil, analisando métodos, mediação docente, ambiente escolar e boas práticas pedagógicas. Foi realizada uma revisão bibliográfica qualitativa e descritiva de publicações nacionais entre 2010 e 2024, com ênfase nas contribuições de Magda Soares, Roxane Rojo e Paulo Freire. Os resultados mostraram que alfabetização e letramento são processos complementares e devem ser trabalhados de forma integrada desde a infância, considerando a tríade professor-criança-ambiente como essencial para a formação de leitores e escritores autônomos. Constatou-se que práticas pedagógicas significativas, ambientes alfabetizadores e mediação docente favorecem o engajamento das crianças com a língua escrita e contribuem para uma aprendizagem mais contextualizada e inclusiva. Conclui-se que alfabetizar e letrar na Educação Infantil significa preparar a criança para participar ativamente das práticas sociais de leitura e escrita, promovendo cidadania e equidade educacional.

A importancia da inclusão de alunos com transtorno do espectro autista no ensino regular: Práticas pedagógicas

Ana Luiza Aparecida Aguiar · Pedagogia · 2025

O presente estudo abordou a importância da inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ensino regular, focando nas práticas pedagógicas adequadas. O objetivo principal foi analisar as implicações no desenvolvimento do estudante com TEA. A pesquisa, de natureza qualitativa e descritiva, fundamentou-se em uma revisão sistemática da literatura. Os principais resultados identificaram que o ensino estruturado, como o proposto pelo programa TEACCH (Treatment and Education of Autistic and Communication Handicapped Children), é o meio facilitador mais eficiente para a cultura do autismo, pois oferece estrutura e organização que se adaptam à criança, potencializando suas facilidades visuais e minimizando a ansiedade. Concluiu-se que o docente deve atuar como mediador, buscando novas formas de ensinar e acreditando na capacidade de aprendizado de cada aluno com TEA, priorizando suas habilidades.

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