Giovanna Calore Gabriel · Biomedicina · 2025
O melasma é uma condição marcada pelo surgimento de manchas escuras, geralmente no rosto, e afeta principalmente mulheres com fototipos mais elevados. Sua origem é multifatorial, envolvendo predisposição genética, alterações hormonais, processos inflamatórios e, sobretudo, a exposição à radiação ultravioleta e à luz visível. Considerando seu impacto estético e emocional, este trabalho analisou o papel da fotoproteção na prevenção do melasma. A literatura mostra que o uso diário de filtros solares físicos e químicos, barreiras físicas e fotoproteção oral, como o extrato de Polypodium leucotomos, reduz significativamente o risco de surgimento e agravamento das manchas. Conclui-se que essas medidas devem ser adotadas de forma contínua, e que o biomédico esteta desempenha papel essencial ao orientar o uso correto da fotoproteção e promover educação preventiva, contribuindo para a redução da recorrência e para a manutenção da saúde da pele.
Heloísa Camargo Pessoa · Biomedicina · 2025
As hipercromias cutâneas representam um desafio frequente na prática dermatológica, afetando a autoestima e a qualidade de vida dos indivíduos. Este trabalho analisa o papel da fotoproteção na prevenção, tratamento e manutenção dos resultados terapêuticos de condições como o melasma e a hipercromia pós-inflamatória. Estudos nacionais e internacionais que discutem os mecanismos fotobiológicos da radiação ultravioleta e da luz visível, bem como a eficácia de filtros solares físicos, químicos e pigmentados. Foram consideradas publicações que abordam tanto a utilização isolada de fotoprotetores quanto a associação com terapias complementares, incluindo ácidos despigmentantes e antioxidantes, a fim de compreender de forma abrangente os avanços científicos relacionados ao tema. A pesquisa foi conduzida por meio de uma revisão narrativa da literatura, com base em publicações indexadas na base Scielo entre os anos de 2015 e 2026. Foi observado que formulações pigmentadas oferecem proteção adicional contra a luz visível, sendo especialmente relevantes para fototipos mais altos. Contudo, barreiras estéticas, sensoriais e econômicas impactam a adesão do paciente, comprometendo a eficácia terapêutica. Dessa forma, os achados revelam que a fotoproteção desempenha papel central no manejo das hipercromias, devendo ser compreendida não apenas como prevenção, mas como parte integrante e indispensável do tratamento, o que reforça a necessidade de maior conscientização, educação em saúde e desenvolvimento de produtos acessíveis que favoreçam a adesão ao uso contínuo.