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Faculdade Galileu
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Repositório Acadêmico

Trabalhos de conclusão e pesquisas dos alunos da Galileu, com publicação autorizada.

3 trabalhos encontrados

Restaurante social a relação da pscicoarquitetura na transformação de espaços de alimentação para crianças

Caroline de Oliveira Lopes · Arquitetura e Urbanismo · 2025

Este trabalho tem como foco a criação de um restaurante social voltado ao atendimento de crianças em situação de vulnerabilidade. A proposta parte da compreensão de que a arquitetura não deve apenas cumprir funções técnicas, mas também promover acolhimento, autonomia e bem-estar. Nesse contexto, a psicoarquitetura se torna uma ferramenta fundamental para pensar espaços mais humanos e sensíveis às necessidades emocionais de seus usuários. O projeto foi desenvolvido a partir de princípios como: funcionalidade é garantida por uma organização espacial clara e segura, com ambientes que estimulam a autonomia infantil, como mobiliário adaptado e fluxos bem definidos. A sensibilidade aparece no cuidado com cores, texturas, iluminação e na criação de espaços que permitem acolhimento, interação e estímulo à criatividade. Já o impacto social está presente na escolha por um programa arquitetônico que, além de oferecer alimentação, promove vínculos afetivos, aprendizagem e senso de pertencimento. O restaurante foi pensado não apenas como um local para refeições, mas como um espaço de cuidado. O ambiente convida a criança a explorar, brincar e aprender, com áreas verdes, cantinhos de leitura e elementos naturais que despertam curiosidade e afeto. A presença de hortas e materiais sensoriais fortalece o vínculo entre corpo, ambiente e alimentação, incentivando hábitos saudáveis e o contato com a natureza. Além de atender a necessidades básicas, o espaço busca combater a exclusão social por meio da arquitetura. A escolha por uma abordagem sensível e centrada na infância transforma o restaurante em um espaço de proteção, segurança emocional e dignidade. Nesse sentido, a proposta reconhece o poder do ambiente físico na construção de experiências positivas e no desenvolvimento integral das crianças. Com base em diretrizes da psicoarquitetura e em normas técnicas voltadas à acessibilidade e conforto, o projeto mostra como é possível aliar estética, funcionalidade e responsabilidade social. A arquitetura aqui é compreendida como uma ferramenta de transformação, capaz de criar ambientes que cuidam, acolhem e transformam realidades por meio do espaço.

Habitação coletiva integrada ao uso poliesportivo e práticas sociais no pós-evento

Luiz Henrique Valença Nogueira · Arquitetura e Urbanismo · 2025

A partir da observação das condições precárias em que os atletas costumam ser alojados, geralmente em escolas públicas adaptadas de forma improvisada, o que compromete o conforto, a privacidade, a saúde e o desempenho esportivo, é visto a necessidade de projetos que solucionem essas demandas. Portanto, o objetivo foi propor um projeto arquitetônico de habitação coletiva com uso poliesportivo, utilizando móveis multifuncionais para otimizar o espaço e atender, de forma eficiente, atletas participantes de competições como os Jogos Regionais. Para isso, foi adotada a metodologia qualitativa, com levantamento bibliográfico e estudos de caso de projetos nacionais e internacionais, como as Vilas Olímpicas de Helsinque (1952) e Paris (2024), o Centro de Treinamento do Palmeiras e o complexo Laan van Spartaan, na Holanda. O projeto busca a multifuncionalidade dos espaços, integrando áreas de convivência, lazer, saúde, alimentação e prática esportiva, com acessibilidade universal e soluções sustentáveis. Após os eventos, a edificação poderá ser destinada a atividades comunitárias e educativas, como contraturnos escolares, aulas de reforço, esportes, cultura e formação da população. A localização escolhida é o entorno do Ginásio Municipal de Botucatu- SP, em área classificada como Zona Especial de Interesse Turístico (ZEITUR), o que favorece sua viabilidade urbana, ambiental e social. O projeto visa proporcionar um legado, contribuindo para o desenvolvimento urbano, esportivo, educacional e social da comunidade, valorizando o uso racional dos espaços e promovendo a inclusão por meio da arquitetura.

Aplicação dos modelos compactos arquitetônicos minimalistas japoneses nas moradias de baixa renda do Brasil

Letícia Nascimento · Arquitetura e Urbanismo · 2021

Este trabalho tem por objetivo relacionar a problemática das habitações de baixa renda do Brasil com as residências mínimas do Japão, abordando, de forma geral, os principais pontos entre os dois tipos de moradia por meio de comparativos e integrando-os de forma funcional à situação brasileira. Nesse sentido, busca-se a criação de um modelo original, prático e aplicável dentro das condições brasileiras, baseado na vasta experiência japonesa para lidar com a problemática de falta de habitação para a população local.

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